ULTRASSONOGRAFIA 3D / 4D

“Uma imagem vale mais que mil palavras”

Essa é A expressão da ultrassonografia 3D/4D. Ver com os próprios olhos, o rostinho do seu bebê e até sugerir com quem ele se parece, faz parte do conjunto de pequenas e inesquecíveis emoções que só quem está grávida pode experimentar. Aliás, mais ainda, além da mãe, toda a família pode compartilhar essa sensação de poder concretizar a imagem do bebê.  E ainda levar essa recordação para casa.

O que é a ultrassonografia 3D/4D?

O método de ultra-sonografia 3D/4D transforma as imagens convencionais em imagens tridimensionais. A função 3D do aparelho produz imagens estáticas, e a 4D permite visualizar imagens com movimento.
 

Por que fazer?

Essa tecnologia pode auxiliar a refinar diagnósticos já visualizados no exame 2D, como uma fenda labial, pé torto congênito, entre outros. O que ajuda a família a entender o que está acontecendo com o bebê. Em muitos casos, a imagem é aceita como “melhor do que eu imaginava”.

Também pode ser útil para medida de volumes de órgãos internos como coração e pulmão.
E se tudo estiver perfeito, que seja para perpetuar mais algumas imagens do seu bebê. E tem coisa mais linda do que foto de bebê?

Como esse exame é feito?

A semelhança do ultrasson convencional, é um exame inóquo à mãe e ao bebê. A princípio são realizadas as medidas fetais, identificada sua vitalidade e bem-estar, posição e grau placentário e quantidade do líquido amniótico. A seguir, com um transdutor especial e um softwer exclusivo, são realizadas imagens do rostinho com suas mais variadas expressões e de outras partes, se ele assim permitir.

O exame dura em média trinta minutos e pode ser gravado em DVD disponibilizado junto com a documentação fotográfica.

Qual é a melhor fase da gestação para fazer a US 3D/4D?

A ultrasonografia 3D/4D pode ser realizada em qualquer fase da gestação. Entretanto é importante informar que, dependendo da idade gestacional, a imagem que iremos obter é diferente. Por exemplo, imagens em fases iniciais da gestação irão mostrar o corpo do feto inteiro, mas não conseguirão ver pequenos detalhes pois o bebê ainda é extremamente pequeno.

Próximo a 20 semanas de gestação já é possível conseguir algumas imagens da face, entretanto elas ainda não são muito bonitas pois nesta fase o feto ainda tem pouco tecido gorduroso. 

As melhores imagens da face são obtidas entre 26 a 29 semanas de gestação, pois neste período o feto já tem uma boa quantidade de tecido gorduroso embaixo da pele e ainda tem bastante líquido (o que é extremamente necessário para formação de imagens nítidas).

Após 30 semanas podemos eventualmente obter imagens boas, entretanto o espaço dentro do útero acaba tornando-se reduzido e o rosto fica a maior parte do tempo encoberto. Por isso nós recomendamos que você planeje a realização do exame entre 26 a 30 semanas de gestação.

Por que em alguns casos as fotos não ficam tão boas?

A qualidade da imagem pode ser comprometida em caso de pouco líquido amniótico, posição fetal desfavorável ou  atenuação do som nos tecidos maternos (como pacientes com fibrose por cirurgias prévias ou com tecido adiposo espesso).

Existe alguma coisa a fazer para melhorar a qualidade do exame?

Nenhum preparo especial é necessário. Entretanto evitar usar cremes no abdome. Ingerir bastante líquido nas 24 horas que antecedem a fim de aumentar temporariamente o volume do líquido amniótico. E alimentar-se próximo ao horário do exame para estimular a movimentação fetal, proporcionando diferentes ângulos do bebê. Podem ajudar a obter imagens melhores.

Endometriose

Causa fortes dores e infertilidade.

A endometriose afeta 10% das mulheres em idade reprodutiva, causando dor pélvica importante e infertilidade. No Brasil o diagnóstico da endometriose leva em média 7 anos pois em muitos casos as pacientes são assintomáticas, ou oligossintomáticas, apresentando apenas infertilidade.

A endometriose tem três apresentações distintas sob o aspecto clínico, anatomopatológico e de imagem: superficial, ovariana e profunda. Esta última é definida como lesões que penetram mais do que 5 mm no peritôneo. Apesar da suspeita diagnóstica iniciar-se com a anamnese, exame clínico e marcadores laboratoriais, estes métodos apresentam limitações diagnósticas e  não determinam a extensão das lesões, tornando necessária a utilização de outras ferramentas para auxiliar no diagnóstico e estadiamento da doença. Durante muito tempo, a videolaparoscopia foi o único método considerado adequado para diagnóstico definitivo.

Atualmente, o USTV e a RNM são os principais métodos de detecção e estadiamento da endometriose, reservando a videolaparoscopia para o tratamento cirúrgico completo.

Há vários estudos que mostram maior especificidade e sensibilidade do USTV quando realizado de maneira sistematizada, com protocolo desenvolvido especialmente pra este fim, quando comparado a RNM pélvica.

A Fertilitá tem em sua equipe ultrassonografistas treinadas para seguir o protocolo para a pesquisa e mapeamento nas pacientes com suspeita de endometriose, que é realizado da seguinte forma:

Preparo intestinal:

Véspera do exame: dieta leve e uso de laxativo.

Dia do exame: jejum, enema retal, ingestão de três copos com água.

Sequência do exame:

- Avaliação do septo reto vaginal;
- Avaliação do retossigmoide;
- Avaliação retrocervical, paracervical e fundo de  
   saco posterior;
- Avaliação do útero, endométrio, ovários e
   pesquisa de aderências;
- Avaliação do compartimento anterior e ureteres;
- Avaliação do fórnice vaginal com gel;
- Avaliação dos rins, Ceco e apêndice.

Assim, otimizamos o diagnóstico e favorecemos o adequado tratamento, o qual poderá ser cirúrgico, clínico ou por meio de reprodução assistida, diminuindo sobremaneira o tempo necessário para o diagnóstico correto e consequente tratamento individualizado.

Tudo que você precisa saber sobre Histerossalpingografia

O nome é complicado, mas vamos explicar direitinho…


O que é?

A Histerossalpingografia é um exame fundamental na investigação de casais com dificuldade para engravidar.

Para quem é indicado?

Deve ser solicitada quando o casal tenta engravidar por 1 ano, mas pode ser solicitada com 6 meses em mulheres com 35 anos ou mais.

Como é o exame?

É realizada por meio de injeção de contraste através do útero e das trompas. Verifica a permeabilidade tubária e a cavidade uterina. Diagnostica problemas na permeabilidade tubária: hidrossalpinge (trompa danificada com coleção de água), aderências peritubárias (secundária a processos inflamatórios pélvicos), obstrução tubária. Tais patologias impedem que o espermatozoide encontre com o óvulo na parte distal da trompa uterina e podem levar a prenhez ectópica.

O que o exame mostra?

Já na análise da cavidade uterina, pode ajudar no diagnóstico mal-formações uterinas como: útero bicorno, didelfo e septado, bem como visualizar pólipo endometrial e mioma submucoso. Após a realização da Histerossalpingografia pode ser necessário estender a investigação com vídeo-histeroscopia e/ou vídeo-laparoscopia.

É um exame doloroso?

Segundo relato de muitas pacientes, a Histerossalpingografia é um exame “doloroso e constrangedor”. Para outras pacientes “nenhum médico deveria indicar esse exame sem sedação”. 

Realmente é um exame doloroso, em que a paciente permanece em posição ginecológica até o término e que a dor pode atrapalhar o diagnóstico correto.

Importante saber:

 

A Fertilità é uma das poucas clínicas do país a oferecer a Histerossalpingografia com sedação.
O anestésico é aplicado por anestesista com toda a segurança de um centro cirúrgico.
Para melhorar a qualidade do exame, bem como facilitar a interpretação do mesmo, a Histerossalpingografia é digitalizada.

Agendamento

O agendamento deve ocorrer assim que a paciente menstruar e a
realização do exame acontecerá do 7º ao 12º dia do ciclo.

Ultrassonografia Transvaginal para controle de ovulação

O que é?

É um exame para avaliação da pelve que usa a mesma técnica do ultrassom transvaginal convencional, com o objetivo de acompanhar as alterações ovarianas e uterinas relacionadas a ovulação.

Para quem é indicado?

A ultrassonografia para controle de ovulação está indicada principalmente para as pacientes que utilizam medicamentos indutores ou mesmo para aumentar as chances de gestação em ciclos espontâneos.

Como é o exame?

O tratamento tem início no segundo ou terceiro dia do ciclo, quando a mulher ainda está menstruada. Neste momento, é realizado o primeiro ultrassom transvaginal. Esta fase inicial é importante, pois o exame diagnostica se o ovário tem algum cisto remanescente do ciclo menstrual anterior e se no interior do útero existem pólipos, miomas ou tecido endometrial em excesso, o que poderia alterar as taxas de sucesso.

Neste primeiro ultrassom, os ovários devem ter pequenos cistos que medem no máximo 6 mm, chamados de folículos primordiais.

Em um ciclo natural de 28 a 30 dias, entre o 10º e 12º dia, deve haver folículo dominante, com mais de 10mm.

O endométrio aumenta 1 a 2mm/dia e sua espessura ideal no dia da ovulação situa-se entre 7 e 15mm para que ocorra a nidação (fixação do óvulo fecundado no útero). Os folículos rompem a partir de 18mm. Quando o folículo rompe se forma o corpo lúteo, o qual surge logo após a ovulação permanecendo até a próxima menstruação, ou a formação da placenta, entre 12 e 13 semanas de gestação. Ele produz a progesterona, o principal hormônio mantenedor da gravidez.

Quando é necessário?

Em cada ciclo, a probabilidade de um casal fértil engravidar é de 20%, ou seja, há 1 chance em 5 e é teoricamente considerado infértil o casal que não obtém êxito decorrido 1 ano de relações sexuais (mínimo de 3 vezes semanais) sem método de anticoncepção. 

Em ciclos assistidos para fertilização, o controle seriado é fundamental para a observação da resposta ao tratamento, ajustes de doses e/ou introdução de novas medicações.

A FERTILITÀ tem uma equipe de ultrassonografistas com ampla experiência no acompanhamento do ciclo ovulatório, O nosso protocolo assistencial é rigoroso a fim de evitar viés examinador-dependente. Nossos laudos são ampliados para fornecer todas as informações necessárias, e são entregues imediatamente ao fim do exame. 

Medicina Fetal

Cuidado essencial durante a gestação

A Medicina Fetal é uma área de atuação da especialidade médica Ginecologia e Obstetrícia, dedicada à promoção da saúde materno-fetal. Seu enfoque está no acompanhamento detalhado da gestante, com objetivo de estimar riscos, diagnosticar e tratar possíveis complicações da gravidez, sempre visando bem estar do binômio mãe-feto.

O especialista em Medicina Fetal tem formação específica, com as competências necessárias para procedimentos preventivos, diagnósticos ou terapêuticos, invasivos ou não, relacionados à gravidez. Ele trabalha em parceria com o obstetra assistente, fornecendo dados importantes para a conduta obstétrica durante todo o pré-natal.

Já no primeiro trimestre através da ultrassonografia morfológica realizada entre 11 e 13 semanas, pode ser calculado o risco para cromossomopatia e com Doppler das artérias uterinas predizer o risco para pré-clâmpsia grave. 

De forma semelhante, alterações na formação dos órgãos fetais podem ser diagnosticadas nos exames ultrassonográficos periódicos e principalmente no morfológico de 2º trimestre. Este, realizado entre 20 e 24 semanas de idade gestacional, em que sistemas e aparelhos fetais são minunciosamente avaliados e medidos. Conjuntamente é realizada uma ultrassonografia transvaginal para medida do colo uterino com o intuito de estimar risco para trabalho de parto prematuro.

Emparceria com o fetólogo, gestações de alto risco podem ser melhor conduzidas pelo obstetra assistente. Como na doença hipertensiva gestacional, em que há um distúrbios da hemodinâmica fetal,  que pode ser estudado com o doppler obstétrico. Alterações do fluxo placentário podem ser responsáveis por diminuição do volume do líquido amniótico e da nutrição e oxigenação fetal. A subnutrição e a hipóxia intra-uterina podem comprometer para sempre o desenvolvimento do concepto. Mas também, a prematuridade pode deixá-lo susceptível a complicações como hemorragias e infeções. Saber a melhor hora de intervir,  para dispor da melhor condição de vitalidade e viabilidade fetal, é crucial na conduta médica.  Outro exemplo é a gestação gemelar, em que são maiores os riscos de abortamento,  prematuridade, mal-formações fetais, RCIU de ambos ou seletiva de um dos fetos, transfusão feto-fetal, feto acárdico e óbito fetal. Entre outras como diabetes gestacional, doenças maternas como as tireoidopatias, reumáticas, hemáticas etc.

São ainda atribuições do médico especialista em Medicina Fetal:

Consulta de aconselhamento genético, em casos de idade materna avançada,  doenças familiares congênitas, abortamentos de repetição.

A realização deprocedimentos invasivos diagnósticos como:

       > Biópsia de vilo corial, realizada entre 11 e 14 sems de idade gestacional

       > Amniocentese, realizada a partir de 16 sems 

       > Cordocentese, realizada a partir de 17 sems

 

Coma função de elucidar o cariótipo fetal, diagnosticar doenças metabólicas, confirmar ou   excluir infecção congênita, fazer o DNA paterno, avaliar celularidade do líquido e/ou do sangue fetal.

        > Punção de derrames cavitários e cistos fetais

        > Biópsias de tecidos fetais

E ainda, propor terapêutica clínica e cirúrgica, quando possível, na vida intra-uterina.  Ouauxiliar na indicação do momento e via de parto para garantir a melhor assistência no pós-parto imediato e ajudar no prognóstico do recém-nascido.

A clínica FERTILITÀ é a primeira clínica a oferecer um serviço com Médicos Fetólogos e cardiologista pediátrica com atuação em ecocardiografia fetal. Que somados à parceria com os melhores laboratórios nacionais de genética, traz ao obstetra assistente,  assessoria no acompanhamento pré-natal com diagnósticos elaborados afim de proporcionar prognósticos melhores ao binômio materno-fetal.

Resultado Campanha Vida de Mãe Fertilità

Tivemos a participação de 13 mamães na campanha deste ano e podemos dizer que foi um sucesso de interações entre as participantes. Segundo relatório oficial do Facebook™ a postagem da campanha teve um alcance de quase 70 mil pessoas e quase 30 mil pessoas se envolveram com as fotos (até agora). O que levamos disso tudo é que o AMOR DE MÃE é insuperável, lindo e divino. Agora vamos aos resultados!!

Colocamos abaixo as 3 fotos mais votadas e logo depois uma planilha com todas as participantes. Veja:
 

3ª foto mais votada: "Mamãe Maria Gislaine e sua mocinha" com 785 interações.


2ª foto mais votada: "Mamãe Cândida e seus trigêmeos" com 1.731 interações.


1º Lugar - A mais votada: "Mamãe Bárbara e seus trigêmeos" com 1.780 interações.

 

Lista completa com todas as fotos e interações:


Agradecemos a todas as mamães participantes e todas as pessoas que se envolveram com a campanha, curtindo, comentando e compartilhando o amor pela internet e pelo perfil do Facebook Oficial da Fertilità (www.facebook.com/Fertilita)

Até o ano que vem!!!!

Equipe Fertilità

Regulamento Campanha "Vida de Mãe Fertilità"

Regulamento

Campanha “Vida de Mãe Fertilità”

Qual o período para envio das fotos?
De 5 a 29 de maio de 2016 até 00:00

Quem pode participar?
Todas as mamães que já foram pacientes da Fertiità

Para onde enviar a minha foto?
A sua foto deve ser enviada para o email “mae@fertilita.com.br

O que devo colocar no email?
No campo assunto, colocar: Campanha Vida de Mãe< SEU NOME >
No corpo do email, colocar: Seu nome completo e CPF.
Vamos responder ao seu email confirmando que recebemos a sua foto e vamos enviar um Termo de Uso de Imagem que deverá ser preenchido, assinado e enviado de volta!

Quantas fotos cada mãe pode enviar?
Apenas 1 (uma) foto por mãe participante, sendo válida a primeira foto enviada pela participante. A identificação se dará através do CPF indicado no email.

Onde as fotos serão divulgadas?
As fotos serão divulgadas em um álbum exclusivo da campanha criado no perfil Oficial do Facebook da Fertilità: https://www.facebook.com/Fertilita

Durante o período de 5/5/2016 a 29/5/2016 qualquer pessoas que visitar o perfil do Facebook da Fertilità poderá curtir, comentar ou compartilhar as fotos. No final deste período, iremos contabilizar estas interações e a foto com maior número de interações somadas, a mamãe ganhará um belo presente da Fertilità.

Importante Saber:
Apenas serão divulgadas as fotos que tiverem com o Termo de Uso de Imagem devidamente preenchido e assinado;
Apenas poderão participar quem já foi ou é paciente da clínica Fertilità;
É de livre espontânea vontade da participante enviar a sua foto sem compromisso de receber nenhuma contrapartida por isso;

Exames do Fator Feminino

Geralmente, a mulher acaba por fazer um maior número de exames que o homem, e estes exames devem obedecer uma orientação racional que permita identificar:

A ocorrência da ovulação, a adequação da fase lútea e a receptividade do endométrio à nidação (fixação do embrião no útero);
A oferta e qualidade dos espermatozoides, assim como o grau de receptividade ou hostilidade do receptáculo vagina e colo uterino;
A integridade anátomo-funcional das tubas uterinas.
Dosagens hormonais
Vários hormônios são dosados no sangue da paciente em datas definidas:

Hormônio Folículo Estimulante = FSH
Hormônio Luteinizante = LH
Prolactina
Estradiol
Progesterona
Hormônio Tireoestimulante =TSH
Tiroxina livre = T4L
25 (OH) Vitamina D
Ultrassonografia pélvica
Exame de imagem fundamental para o diagnóstico das causas, acompanhamento do tratamento e definição do período fértil no ciclo ovariano e uterino. Pode ser realizado por via abdominal e mais comumente por via transvaginal, inclusive no período menstrual e na gestação inicial, nos dias indicados pelo médico, sem riscos.

Histerossalpingografia
Exame radiológico com contraste realizado por médico para avaliação dos órgãos genitais internos: cavidade uterina, permeabilidade tubaria e indícios de aderências ao redor das tubas. Deve ser realizado logo após o término do período menstrual e com exames vaginais prévios normais. É considerado um exame essencial na investigação da mulher.

Videohisteroscopia
Exame de imagem da cavidade uterina, realizado através de fibra ótica introduzida através do orifício do colo do útero, por via vaginal. Pode ser convertido em tratamento cirúrgico de alterações e doenças da cavidade uterina (miomas, pólipos e etc.), neste caso sob anestesia.

Videolaparoscopia
Exame de imagem da cavidade abdominal e pélvica, realizado através de fibra ótica introduzida por pequenas incisões na parede abdominal, sempre em ambiente hospitalar cirúrgico e sob anestesia geral.

Além de exame diagnóstico e prognóstico, permite o tratamento cirúrgico das doenças das tubas, ovários, útero e outras na pelve e abdômen. É considerado o melhor exame para diagnóstico das lesões das tubas e endometriose.

Muco cervical, citologia hormonal seriada, curva de temperatura basal, biópsia de endométrio, teste pós-coito
São exames de uso restrito e que devem ser indicados em situações muito especiais, ou quando as dosagens hormonais no sangue e a ultrassonografia não estiverem disponíveis. O teste pós-coito avalia a interação dos espermatozoides com o muco do colo uterino. Deve ser realizado no período pré-ovulatório definido pelo médico e obedecido intervalo adequado do coito até sua coleta no laboratório.

Outros exames
Várias doenças podem levar a mulher à infertilidade provisória ou permanente; no entanto, cabe ao médico definir os inúmeros exames que estas situações requerem. Outros exames comumente associados à pesquisa da infertilidade feminina são: exames de sangue para pesquisa de fatores imunológicos; dosagem do CA125 (endometriose); exames ultrassonográficos especiais (Dopplerfluxometria, histerossonografia); exame de cariótipo (alterações dos cromossomos) e pesquisas genéticas.

Exames do Fator Masculino

Espermograma
Também chamada ANÁLISE SEMINAL, é a mais importante fonte de informações para avaliação do homem infértil. Traz dados sobre a produção, algumas propriedades funcionais dos espermatozoides e da função secretora das glândulas acessórias.

Embora o espermograma não seja um teste de fertilidade do homem, ele é muito bom indicador do “status” funcional dos testículos. O espermograma, como exame inicial da investigação na infertilidade masculina, tem valor clínico e prognóstico adequados na avaliação da probabilidade de gravidez.

Baseado na sua interpretação, podemos distinguir três situações:

Espermograma normal: sem evidência de infertilidade;
Qualidade seminal nos limites inferiores da normalidade ou pequenas alterações em um dos parâmetros: possível infertilidade;
Espermograma alterado: infertilidade constatada.
Testes de função espermática
Após a produção testicular, o espermatozoide deve atravessar uma série de barreiras no sistema reprodutor feminino, desenvolvendo sua capacidade de reação acrossômica (modificações bioquímicas e funcionais), ligando-se e penetrando a zona pelúcida do óvulo e finalmente fazendo a fusão cromossômica. Falha em qualquer destas etapas pode impedir a concepção. Estes testes tentam avaliar no laboratório estas funções.

Avaliação hormonal
Tem por objetivo avaliar a função secretora dos testículos, isto é, a capacidade de produção das células que circundam os túbulos seminíferos, assim como dos hormônios hipofisários que agem no testículo.

Alguns exames específicos são solicitados mediante alterações particulares encontradas no exame físico do homem ou em sua análise seminal, por exemplo:

Testes genéticos (cariótipo, pesquisa de microdeleção do cromossomo Y);
Pesquisa de fragmentação do DNA dos espermatozoides.